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Rui Esteves
Boa tarde
Aos 03/06/2026, dei entrada nas urgências hospital Pedro hispano, pelas 15:35hs, como acompanhante da minha esposa Laurinda Maria Oliveira Matos Esteves.
Foi-lhe atribuida pulseira amarela, tendo sido encaminhada para linha amarela.
Neste preciso momento do registo desta reclamação/comentário, ainda não foi sequer chamada.
Sintomas: dores fortíssimas fim costas(coluna), mal conseguindo sentar e uma vez sentada, levantar.
É muito triste, frustrante e lamentável tal situação.
Mto recentemente(dia greve enfermeiros), acompanhei m esposa também às urgências deste mesmo hospital(diagnóstico de vesícula inflamada, dilatada) e correu tudo mt bem, entre administração soro, análises e ecografia q lhe fizeram e consulta final. Foi brilhante toda a ocorrência, a todos os níveis, em tempo record, saindo com sensação de acarinhada e tratada condignamente.
Desta vez, hoje( 03/6/26) é o extremo oposto, pela negativa. Como é possível?
Leva me a crer que será falta recursos humanos e não pela afluência alegadamente referida como justificação pela demasiada demora.
Ontem, greve geral, hoje feriado e amanhã 6ª feira, portanto, fds prolongado para pessoal em geral, desde médicos, enfermeiros, etc., falta de chefias e organização competente, para que situações destas ocorram, que é vergonhoso para um país integrante da comunidade europeia.
Atentamente
Rui Esteves
Atendimento de excelência por parte das equipas que me têm atendido. Infelizmente tenho tido vários episódios ao longo das últimas semanqs e sempre fizeram tudo para me ajudarem. De salientar também o excelente serviço de enfermagem, e os meus parabéns ao sr enfermeiro João Paulo Correia. Fui picada dezenas de vezes, mas esse sr. Enfermeiro encontrou a minha veia à primeira com uma delicadeza e profissionalismo fantástico e parabéns à simpatia da estagiária Ana Andrade .Os meus parabéns a todos e agradecimento
Vim de manhã a uma consulta às 9h a minha mãe com cerca 82 anos veio em jejum porque geralmente faz exames. A médica encaminhou para a urgência eram cerca das 9,30h são 19h ainda estamos nas urgências á espera de resultados de exames a minha mãe uma doente oncológica e diabética esteve sem comer o dia todo.
Isto não se admite.
Diz a ministra que temos um serviço cinco estrelas só se for quando eles vão lá que é para a fotografia.
Eles são incrivelmente racistas. Meu amigo teve um problema respiratório grave, nos deram uma pulseira de identificação e fomos para o pronto-socorro, onde esperamos por 3 horas sem que nenhum médico ou enfermeiro nos atendesse. Muitas pessoas chegaram depois de nós e receberam atendimento médico. Conversei com um médico, perguntando por que ninguém nos atendeu, e ele ficou bravo comigo, dizendo para eu não falar com ele e esperar. É só porque somos imigrantes e não brancos. Enfim, Jesus vê tudo, espero que Deus castigue essas pessoas racistas.
Fiquei muito insatisfeita com a minha experiência no Hospital Pedro Hispano.
Desloquei-me propositadamente da Suíça para Portugal, tendo gasto uma quantia significativa de dinheiro, e com uma estadia muito curta — apenas dois dias — exclusivamente para visitar o meu irmão, com quem tenho uma relação próxima.
No entanto, não me foi possível entrar para o ver.
A regra de apenas um visitante de cada vez não foi gerida de forma justa, pois outros familiares permaneceram durante todo o período de visitas, impedindo completamente a minha entrada.
Considero inadmissível que não exista qualquer controlo ou organização por parte do hospital para garantir que todos os familiares tenham oportunidade de visitar o doente. Na prática, quem lá está primeiro pode simplesmente ocupar todo o tempo, excluindo os restantes.
Além disso, deveria ser respeitada a vontade do próprio paciente. Se o doente quer receber determinada pessoa, essa decisão não deveria ser condicionada por terceiros.
Esta situação foi extremamente injusta, ainda mais tendo em conta o esforço, o custo e o pouco tempo que tive para estar presente, e demonstra falta de sensibilidade e organização num ambiente onde o bem-estar emocional também deveria ser uma prioridade.
Dei entrada nas urgências com um quadro de intoxicação alimentar grave na tarde do dia 13, com desorientação completa. Soube que fui logo atendida, fizeram-me vários exames e só no dia seguinte é que tive consciência de onde estava. Desde a primeira má disposição, ia eu em viagem, até ser internada e "acordar" no dia seguinte, de nada me lembro, mas trago na memória o tratamento de excelência que recebi tanto da equipa médica como da enfermagem e dos auxiliares que muito agradeço. Desejo as melhoras ao enfermeiro que estava de serviço até com uma crise de cálculo renal, que sei por mim é muito doloroso, o enfermeiro brincalhão que punha toda a gente com um sorriso, que assim continue, as enfermeiras sempre muito cuidadosas e as auxiliares no tratamento carinhoso aos doentes.
A equipa médica foi 5 estrelas! E até a menina que está na porta de saída tem uma beleza africana ímpar! A todos, muito obrigada! 🙏
Quero deichar meu agradecimento desde a ambulância dos bombeiro de Leça do Balio no dia 19/3/26 pelas 00h , pelo acolhimento e amablidade, empatia e respeito pelo paciente
e humanidade acima de tudo, dupla maravilhosa, Tatiana, e Hugo me recebeu, desde casa até ao hospital seguiram o protocolo, informaram a enf. da triagem, o sucedido e como estava de maca, arranjaram outra para me transferir, e desejando me as melhoras espero que os nomes estejam correctos pois estava muito combalida, e anciosa devido à minha situação, um bem hajam a ser humanos assim, fazem a diferença nestes casos de fragilidade. OBRIGADA 😊a ambos que recebam em dobro 🙌pelo bem que fazem, pois merecem a distinção💥 dos demais.😊
Porque infelizmente em Fevereiro também estive nas urgências com o Inem vindo do Porto, o pessoal da ambulância era intragável,
Horríveis se ia mal mais mal fiquei a equipe dessa noite, mal humorada empática,fizeram os seus papeis em casa mas a experiência pessima... Só escapou o médico do Inem e o enfermeiro. Ao me levarem ao hospital, o pessoal da ambulância muito arrogantes, sem sensbilidade nenhuma, estava fraca nem a mão estenderam para me darem apoio.E no trajecto até ao Hospital não prestaram nenhum auxilio, fizeram o básico ao chegarem ao Hospital na triagem, depois descambou deicharam- me em pé eu mal podia, sem forças, tive eu própria pedir uma cadeira de rodas se não ia direitinha para o chão, depois da triagem, só estava uma delas a outra ficou na ambulância e a que estava comigo virou costas sem dizer nada e foi- se embora. Este tipo de pessoas deviam ser dispensadas não tem perfil para lidarem com doentes.😠 Mal Formadas, empáticas...
Este episódio foi dia 16/2/26 pelas +ou- , as 00 horas e sai dia 17/ 2/26 de madrugada, devido aos exames, a equipe do Hospital, não gostei sem empatia e sem humanidade nenhuma, tive na zona laranja na (H )tive azar neste dia...😪
MAS Do Dia 19/ 3/ 26 para dia 20/ 3/26.
Visto a minha gravidade fiquei na unidade( L) zona laranja, fui vista pela Doutora Alzira Pedrosa, de uma competência exímia, e muito experiente Parabéns Dra Alzira Pedrosa💥, e toda a equipa da noite, o cuidado desde as auxiliares as enfermeiras uns Amores, um acolhimento que até nos faziam esquecer as dores por momentos, e um outro médico que não foi o que me viu, também de uma humanidade, preocupação e profissionalismo com todos que tinha atendido e estavam em repouso enquanto esperavam se rucuperarem, e esperavam os resultados dos exames sempre atento, a ver se tudo estava a correr bem, incansável, isto tudo de madrugada a dentro, uma outra equipe a da manhã também muito boa e cuidadosa, e a humanidad estava presente, depois quem esteve comigo pois havia varias medicas Doutora Aida Urbaez que me deu seguimento, até ter alta, também muito profissional e cuidadosa, Agradeço de todo o meu coração❤️
todo o atendimento desde a minha chegada, até à alta.
Gratidão por me sentir bem cuidada com todos os protocolos que a situação exegiu.🙏
Estou em recuperação.🙌
Cresci e sempre fui acompanhada por este hospital, desde que me lembro. No entanto enquanto estive fora do país fui diagnosticada com uma doença auto imune rara e era seguida numa clinica especializada. Quando regressei, passei a ser seguida aqui por Medicina Interna com a Drª Margarida e Inês Chora que para mim são excelentes profissionais e tenho-lhes todo o respeito e agradecimento. No entanto, o mesmo não posso dizer do resto do Hospital. Após um tratamento agressivo de cortisona e outra medicação, contra tudo o que me tinham dito de possível infertilidade, engravidei sem saber. Fui fazer uma TAC já grávida de 3-4 semanas e foi relatado pelo médico que era apenas um quisto uterino com ascite. Eu não aceitei aquilo mas fui forçada a fazer mais exames com radiação. Como sou também profissional de saude, ignorei as indicações e não fui a mais nenhum exame e fiz o teste - positivo. Grávida de 6 semanas. Fiquei furiosa por terem chamado a minha gravidez de quisto e se recusarem a investigar. Qual é o médico que relata um exame e não sabe a diferença entre um quisto e uma gravidez?
Quando fui fazer a ecografia de primeiro trimestre, a doutora que me atendeu foi rude, gritou comigo, ligou-me 10min antes da consulta a apressar-me toda irritada a exigir que chegasse antes às consultas e a culpar-me porque ia perder a fantástica festa de Natal da filha dela… ainda tentou fazer a eco mas culpou a minha bebé de não se posicionar de forma a que o exame fosse mais rápido, enquanto brutamente me pressionava na barriga. A minha sorte foi que a Drª Fátima, um anjo, viu toda aquela atitude e mandou-a embora e terminou ela a eco. Mesmo assim, uma vergonha.
Para piorar, tive uma reação ao imunosupressor biológico que tomava e em Julho do ano passado comecei a ficar cheia de feridas no corpo todo que largavam líquido e sangue e me impossibilitavam de trabalhar e ser funcional. Fui referenciada 6 x para dermatologia, sendo que às ultimas 4x eu já estava grávida (gravidez de risco) e as feridas estavam piores, com constante necessidade de antibioticos e cortisona oral (40mg), o que prejudica a bebé. Dermatologia não me quis ver e não me considerou uma prioridade. Tomei as minhas próprias medidas e fui ao privado com o Prof Tiago Torres, o melhor especialista que ja conheci, que após biopsia confirmou ser um eczema atípico com edema, causado pela medicação biológica, que por conta da negligencia do Hospital, é agora crónico. E ninguém pode garantir que não passe para a bebé. Tendo dito isto e colocado já 3 queixas sem resposta, a equipa de dermatologia em vez de me chamar para me ver, decidiu ter uma reunião sem mim e apenas ver fotos da minha pele, sem nunca me oferecer uma consulta. Estou cansada de tanta incompetência e sinceramente apetece-me mudar de Hospital. Só não o faço pelos bons profissionais referenciados acima. E pela Doutora Oriana de Psiquiatria que é outro anjo.
Não recomendo mesmo.